Duartt não é um projeto sobre tocar discos. É um projeto sobre engenharia de presença — construir salas dentro de salas, onde estranhos se transformam em um único corpo respirando no mesmo grave.
Nascido em solo brasileiro e moldado pela linguagem global do organic, afro e melodic house, Duartt curadoria atmosferas, não tracklists: cada set é uma arquitetura lenta de tensão, alívio e memória.
A missão é simples e impossível: deixar a pista diferente de como ela chegou.
Duartt (Felipe Duarte) é um DJ e produtor brasileiro que atua na interseção entre organic, afro e melodic house. Nascido em São Paulo e atualmente baseado em São Sebastião do Paraíso, começou a produzir aos doze anos e estreou nos decks aos quatorze — traduzindo uma sensibilidade precoce em narrativas de pista longas, construídas a partir da atmosfera.
Seus sets privilegiam o groove ao impacto: graves quentes, percussões orgânicas, builds hipnóticos e uma assinatura melódica brasileira que transita com naturalidade entre clubs boutique, rooftops ao pôr do sol e palcos de larga escala.
01 / Origem. Felipe Duarte nasceu em São Paulo e cresceu entre duas cidades, fixando-se em São Sebastião do Paraíso — uma cidade pequena o suficiente para ouvir com calma, e distante o bastante do ruído para construir um som próprio. A música chegou cedo, quase como uma linguagem anterior às palavras: uma forma de traduzir emoção em atmosfera.
02 / Produção. Aos doze anos, abriu sua primeira DAW. O que começou como curiosidade se tornou ofício — explorando texturas, melodias e arranjos que mais tarde se tornariam o DNA dos seus sets. A produção lhe deu o vocabulário; o DJing, o espaço para usá-lo.
03 / Os decks. Aos quatorze, começou a se apresentar. Sua abordagem nunca foi caçar picos — foi construir um arco lento e deliberado: percussão orgânica, graves quentes, builds hipnóticos e uma assinatura melódica brasileira que ancora cada transição.
04 / Influências. Organic House, Deep House, Afro House e a escola melódica brasileira — refratados pela lente da cultura eletrônica internacional contemporânea: Keinemusik, Afterlife, Innervisions, Cercle. A missão não é imitar, mas traduzir.
05 / Hoje. Duartt está agora escalando o projeto para além das salas locais — construindo um corpo de trabalho, uma identidade visual e uma rede de parceiros pronta para levar o som a clubs, festivais e experiências privadas pelo mundo.
Sets são construídos como narrativas longas. Uma abertura quente e deliberada; um meio hipnótico; um núcleo afro percussivo; um pico emocional — e um capítulo de fechamento que deixa a sala mais silenciosa do que começou, mas transformada.

Cada apresentação é construída como uma arquitetura lenta: uma abertura quente de texturas orgânicas, um aprofundamento percussivo, um meio hipnótico onde os grooves afro assumem, um pico emocional — e um capítulo de fechamento desenhado para ser lembrado depois que as luzes voltam.
Duartt mixa com a paciência de um produtor e o instinto de um DJ. Blends longos. Intros sobrepostas. Faixas tratadas como cenas — nunca como containers. A pista é lida o tempo todo; o set é reescrito no chão.
